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Bairro dos Comerciários é destaque em jornal de Votuporanga

O Jamir D’Antônio, conhecido como Comerciários, criado a partir de uma iniciativa do Sindicato dos Comerciários de Votuporanga, há 16 anos, destaca-se por ter levado o desenvolvimento à região

publicado em 05/01/2015

O Conjunto Habitacional Jamir D’Antônio teve início em 1998 com 578 lotes. O bairro é conhecido popularmente como Comerciários devido à compra da área feita pelo Sindicato dos Comerciários e vendido com preços acessíveis para os funcionários do comércio. A presidente do Sindicato dos Comerciários, Lia Marques, contou que na época os mutuários pagavam em média R$140,00 na prestação mensal das residências. 

“A maioria das pessoas que ainda mora no local trabalhada no comércio. E, para Votuporanga, este bairro é uma referência. Hoje as casas estão maiores, quase todas ampliadas, e isso mostra que todos moradores estão contentes com suas casas próprias”, disse Lia. 

Este bairro foi o primeiro conjunto habita-cional realizado pela Cooperativa dos Comerciários. “A entidade fez todo o trabalho burocrático junto à Caixa Econômica Federal para facilitar os financiamentos para nossos trabalhadores. Nós escolhemos o local e a Caixa ficou responsável pela aquisição do terreno e construção das casas”. 

Lia disse que o sucesso deste empreendimento foi tão grande, que hoje o sindicato já possui quatro conjuntos habitacionais. 

“Mais de 500 pessoas conseguiram conquistar a sua casa própria, para mim foi um sonho realizado. Votuporanga tinha uma carência muito grande em moradias, aliás ainda tem. E nossa foi a primeira cidade do Brasil a conquistar um conjunto habitacional pela nossa Cooperativa”. 

Lia ainda falou quer se sente também muito orgulhosa pelo desenvolvimento que os Comerciários trouxe para aquela região da cidade. “Era tudo terra, ninguém dava nada para o local. Hoje percebemos a grande mudança, por isso temos que acreditar no desenvolvimento de todos nossos projetos”. 

A presidente do Sindicato dos Comerciários também comentou que tem gente que quando a encontra na rua faz questão de falar que já quitou a casa. “Isso me deixa muito satisfeita e com muita gratidão em saber que podemos proporcionar uma moradia para tantas famílias. Hoje, o bairro está completo, só tenho que agradecer a Deus. O mínimo que as pessoas precisam ter é moradia e o sindicato conseguiu fazer um pouquinho para ajudá-las nessa conquista”. 


Isabela Jardinetti/Jornal A Cidade